Arnaldo Jabor revela a FHC e Doria preocupação com a “desgraçada possibilidade de Lula voltar”


Em reunião no hotel Fasano quinta-feira à noite, sobre economia e política, em que encontrou João Doria, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ouviu do cineasta Arnaldo Jabor a preocupação com a “desgraçada possibilidade de Lula voltar”. 


Ele respondeu que, se depender do público ali presente, “ele não volta”. O encontro foi promovido pelo escritório de arquitetura Athiē Wohnrath, no restaurante Fasano.

Comentários

  1. Esse macacão de paletó e gravata vai falar para os outros dois macacos sobre a possibilidade de retorno de Lula.
    Doa em quem doer dessa macacada do jornalismo e das elite: Lula foi o melhorzinho dos presidentes após a redemocratização. Aliás, foi o que mais transferiu recursos para as elites.
    Tome ele FHC e vão juntos nos centros metropolitanos industriais, principalmente o de São Paulo, onde foram jogados por FHC na ruína empresários tradicionais e nas favelas e ruína com mortes trabalhadores altamente qualificados na indústria e fazem discurso para apanhar. Vagabundos.
    Quem é Dória? Dória é outro macaco rhesus, picareta e corrupto, Nada mais.
    Lula perdeu de botar o nome definitivamente na história não buscando promover a reindustrialização do país esta quebrada a partir do medonho governo José Sarney e consolidado pelo marxista, intelectual e sociólogo talentoso FHC. Lembrando que talento é o grau sublime da mediocridade e ele é medíocre.
    Senhores, o Território Brasileiro não tem participação no perfil aventureiro, irracional e sem essência da grande maioria brasileira visto essa formação pertencer hereditariamente a invasores, escravos, imigrantes e aventureiros vindos de outras plagas com o extermínio quase total de seu povo originário, estes até hoje depois de tantas gerações parece continuar guardando os mesmos sonhos dos originários em apenas explorar, enriquecer e tornar ao seu país verdadeiro e seu povo originário e não conseguiu criar vínculos de amor e patriotismo com esse nobre e antigamente rico território (hoje não sabemos até onde pelas limitadas devastações que conhecemos). No entanto, mesmo ainda nômades e aventureiros como parece demonstrar, é dever inadiável de todos zelar, preservar e impedir as invasões e os ataques perversos e destruidores contra ele, mesmo que seja por agradecimento pelo hospedagem e tolerância que ocorre desde 1531. Seria um pequeno pagamento de gratidão simbólico ante tamanha amabilidade, comedimento e compreensão

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  2. Pode procurar outro emprego Arnaldo Jaboreto
    E preparar o fim da Globo
    QUE O LULA TÁ VOLTANDO

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