De volta à cena, Marcela Temer erra discurso sobre voluntariado e é criticada nas redes

Primeira-dama Marcela Temer fala durante evento no Palácio da Alvorada

Alardeada como uma das principais apoiadoras do projeto, a primeira-dama estava nervosa. Leu em folhas impressas seu discurso de pouco mais de três minutos e errou quando tentou mostrar naturalidade.


Sorrindo, Marcela levantou a cabeça para terminar a frase "devemos nos orgulhar dos cidadãos que, em situação de adversidade, se unem para auxiliar ao próximo, seja em um momento de calamidade, em alguma região do Brasil, ou fora do país..."

Quando voltou os olhos para o papel, se perdeu e repetiu "seja num momento de calamidade e... até mesmo... é... seja combatendo a discriminação social, ética, religiosa ou de gênero".

O deslize foi logo corrigido por ela, mas Marcela seguiu apreensiva em sua leitura. Ao final da fala recebeu apenas um aperto de mão distante do marido, o presidente da República.

Em seu discurso, Temer fez referências rápidas à fala de Marcela. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, chamou atenção para o apoio "da carismática primeira-dama Marcela" ao projeto.


O Dia Nacional do Voluntariado foi instituído por lei em 28 de agosto de 1985 pelo então presidente, José Sarney (PMDB-AP), e, agora, 32 anos depois, o governo Temer faz referência ao peemedebista ao lançar o programa.

A imagem de Marcela, que gravou um vídeo para as redes sociais para divulgar o projeto, vem sendo explorada por auxiliares do presidente para tentar dar um ar mais leve ao governo mergulhado em uma grave crise política desde 17 de maio, com a divulgação da delação da JBS, que implica diretamente Temer.

Com informações da Folha.

Comentários

  1. A bela e recatada e do lar não gosta de trabalhar

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  2. É uma pena ela ter que se sujeitar a mais essa farsa.
    Tanto é, que nem mesmo ela se convence e erra um discurso, provavelmente, escrito por ele, quem sabe até à intimando que ela o defendesse em público.
    Ou porque o nervosismo se fosse expontânea ou expontâneo?
    Essa sua aparição, (dela) depois de nem mesmo tê-lo acompanhado em alguns compromissos internacionais, que é de praxe a presença da primeira dama do país, parece explicar o desespero do "chefe" de estado brasileiro com as prováveis futuras denúncias de corrupção contra ele ainda nas mãos de Janot e próximo a passá-las adiante.

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    1. Ter que se sujeitar não! Ela é cúmplice, comparsa, conivente desse golpe e assalto ao país. Na pior das hipóteses deveria sumir nas entranhas do Jaburu e só sair para visitar o seu marido na Papuda.

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