Juca Kfouri: “Estamos vivendo um golpe em certos sentidos pior do que o golpe militar”

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Publicado no Jornal Extra Classe. - POR MARCELO MENNA BARRETO


Muitas vezes polêmico, Juca Kfouri dispensa maiores apresentações. Um dos maiores expoentes do jornalismo esportivo do Brasil, com quase 50 anos de profissão, lança no final de setembro o Confesso que perdi, um livro de memórias instigado por Luiz Schwarcz, da Companhia das Letras, que convenceu o jornalista a escrever suas memórias em um almoço com Matinas Suzuki, ex-colega de Juca. 

Apesar de ainda se dizer em dúvidas quanto se há muita gente interessada pelas suas memórias, o certo é que Kfouri tem muita história para contar. Nesta entrevista em primeira mão para o Extra Classe (a editora ainda não começou a divulgação da obra, que se encontra em pré-venda), ele antecipa um pouco das motivações de quem, tirando a figura de Ulisses Guimaraes, da metade do século passado pra cá teve contato com praticamente todas figuras mais importantes do Brasil.


Uma delas, o Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, falecido em dezembro passado, com quem Juca manteve uma estreita relação de amizade desde o ato ecumênico realizado na Catedral da Sé em São Paulo, onde foi denunciado o assassinato do jornalista Wladimir Herzog nos porões do DOI-CODI paulista. De Dom Paulo, conhecido como o Cardeal da Esperança, Juca diz ser a frase final de suas memórias, “não existem derrotas definitivas para o povo”, o que, de certa forma, nos faz chegar à conclusão de que o livro não é de todo pessimista.

Confira aqui a entrevista completa no DCM.

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