POPULAÇÃO REVOLTADA: Salários do judiciário é uma afronta aos brasileiros


Nas redes sociais, os internautas começam a se revoltar com os salários astronômicos de juízes e desembargadores, sendo considerados uma afronta aos milhões de desempregados.


Enquanto o país passa por uma crise desenfreada, o poder judiciário do Brasil é um dos mais caros e segundo algumas opiniões, a justiça deixa a desejar, com posições contrárias a maioria dos brasileiros.

Para muitos, o povo sofrido desse país com 20 milhões de desempregados, paga rios de dinheiro aos juízes e desembargadores.

O Ministério Público Federal vem sendo igualmente duramente criticado pelos altos salários e por medidas contra a vontade da população.

Um trabalhador rural disse, que se envergonha das medidas do poder judiciário brasileiro que vem tomando rumos inaceitáveis e o que é mais grave, condenando pessoas inocentes, enquanto que os verdadeiro ladrões estão soltos e sem sofrer qualquer punição.


Ele lembrou do juiz Sérgio Moro que vem dando um de salvador da Pátria, perseguindo o ex-presidente Lula sem qualquer prova e ainda recebe cerca 102 mil reais por mês.

Ele disse: “Estou indignado com esse juiz e o MPF, que além de levar o nosso dinheiro, ainda não respeitam a vontade do povo, mesmo sem provas, o que é uma absurdo”, finalizou.

Um funcionário público lamentou que enquanto ganha em uma prefeitura quantia irrisória de um salário mínimo, assiste a farra do dinheiro público no judiciário brasileiro e no Ministério Público
Federal.

Ele disse ainda: “Estamos vivendo momentos de plena ditadura judicial, onde a voz do povo não vale mais nada e se referiu ao relator do caso Lula no TRF-4 em Porto Alegre, acreditando ele, aquele Tribunal irá fechar o ‘golpe’ com a cassação de Lula, o que revolta a população brasileira.”

O jovem foi mais além dizendo: “Eles vivem agora fazendo palestra em cima do nome de Lula, pensam que o povo é besta”. Aproveitou para repudiar a atitude dos juízes, desembargadores e membros do MPF e finalizou: “Eles são loucos por dinheiro e nada mais.”

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