Procuradora que tentou ‘humilhar’ Lula em depoimento é acusada de fazer ‘política’ no Facebook


O colunista de Política da Rede TV, Reinaldo Azevedo, comenta a postura de uma das procuradoras do Ministério Público Federal, Cristina Vieira, durante o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz federal Sérgio Moro, na tarde desta quarta-feira (13), em Curitiba. Num dado momento, a procuradora reclama do tratamento recebido por Lula


Lula – “Não, eu não tenho, querida, eu não tenho.”

Groba Vieira – “Também pediria que o senhor ex-presidente se referisse ao membro do Ministério Público pelo tratamento protocolar devido.”

Lula – “É, como é que seria? Doutora?”

Moro – “Sei que, evidentemente, o senhor ex-presidente não tem nenhuma intenção negativa em utilizar esse termo “querida”, mas peço que não utilize, tá? Pode chamar de “doutora”, “senhora procuradora”, perfeito?”


“Todos sabem que Lula tem o hábito de chamar interlocutores de “meu querido”, “minha querida”. Dois dedos de prosa, e ele já opta pela informalidade. Ok. Se a doutora, douta procuradora, ilustre representante do Parquet, Senhora dos Mundos, não queria, então não. Mostrava-se, assim, uma formalista empedernida”, escreve Reinaldo.

O colunista da Rede TV diz que se a procuradora reclama da informalidade de Lula e quer ser mesmo imparcial, não deveria ter feito ativismo político. Em 2016, junto com Carlos Fernando dos Santos e Deltan Dallagnol, Cristina gravou um vídeo incitando a população contra o Senado quando os parlamentares votavam um projeto contra o abuso de autoridade do Judiciário.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247

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