Três operadores de Temer que construíram o golpe contra Dilma estão presos


O golpe dos canalhas, políticos corruptos que derrubaram uma presidente honesta para tentar escapar de investigações judiciais, vai terminando na cadeia. E como previu a presidente Dilma Rousseff no dia da sua deposição, não restará pedra sobre pedra.


Nesta sexta-feira 8, caiu o mais boquirroto dos golpistas: Geddel Vieira Lima, braço direito de Michel Temer, que poderá entrar para o Guiness como o maior corrupto de todos os tempos. No seu bunker, foram apreendidos nada menos que R$ 51 milhões.

Há quase um ano, no dia 19 de outubro de 2016, o mais cerebral personagem do grupo, Eduardo Cunha, foi preso em razão de suas diversas contas na Suíça. Cunha, como todos sabem, acolheu a peça fraudulenta proposta pelo PSDB, sobre as tais pedaladas fiscais, porque não conseguiu os votos do PT para se salvar no Conselho de Ética.

Mais recentemente, em 6 de junho deste ano, foi preso outro grande aliado de Temer: Henrique Eduardo Alves, ex-presidente da Câmara, assim como Cunha, em razão das propinas na Arena das Dunas.

Com seus principais operadores na prisão, Temer passou a atuar com juniores, como Rodrigo Rocha Loures, que foi detido com uma mala de R$ 500 mil da JBS e depois, misteriosamente, foi solto. Outro operador do Palácio do Planalto, Tadeu Filipelli, também passou uma temporada na cadeia, em razão das propinas no Mané Garrincha.


Já denunciado por corrupção e prestes a ser denunciado por obstrução judicial, Temer vai se mantendo no cargo ao lado de personagens que respiram por aparelhos, como Eliseu Padilha e Moreira Franco, em razão do foro privilegiado.

Com o golpe de 2016, fruto de uma intensa manipulação midiática e judicial, o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a derrubar uma presidente honesta para instalar ladrões no poder.

Brasil 247

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