Operador de Alckmin e Serra tinha malas com milhões de reais como Geddel, diz delator


O doleiro Adir Assad, preso na Operação Lava Jato, disse em um dos anexos de sua pré-delação premiada que Paulo Vieira Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da Dersa no governo de José Serra (PSDB), usava o cômodo inteiro de uma casa para guardar dinheiro. Assad relatou que funcionários comentavam que o dinheiro era colocado no sol às vezes, para evitar mofo.


Paulo Souza diz que conheceu Assad há 20 anos em provas de corrida de rua. "A história é engraçada, dá mídia, mas é uma calúnia", afirma. Se a declaração estiver na delação oficial, o doleiro terá que responder também por esse crime à Justiça, afirma Souza.

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