Editora Abril está à beira da falência e já não tem dinheiro para pagar funcionários


A troca de presidente da Editora Abril é mais um capítulo da agonia da empresa. Sai Walter Longo, homem de marketing, entra Arnaldo Figueiredo Tibyriçá, do jurídico. A mudança faz parte de uma nova tentativa de reequacionar as dívidas do grupo.


No ano passado houve uma outra reestruturação - a empresa trocou o prédio da Marginal por um edifício menor, no Morumbi e lançou uma modalidade de assinatura, dando direito a todas as publicações. Este ano precisou recorrer aos bancos para bancar a folha. 

Agora, entra em uma segunda rodada de negociações com os bancos. Mas, aparentemente, não conseguiram identificar um modelo de negócios sustentável. Veja continua alardeando uma tiragem de 1,2 milhão. No mercado, não se acredita que a venda efetiva seja superior a 500 mil.

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