Advogado escreve receita de pamonha para provar que juiz não lê os autos

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Uma notícia publicada no JusBrasil ganhou grande repercussão nas redes sociais com muitos compartilhamentos e comentários a respeito do trabalho da Justiça brasileira.


Só na publicação inicial foram milhares de comentários ironizando, criticando e tentando justificar o ato do advogado que escreveu uma receita de pamonha na petição para provar que o juiz não lê os autos.

“Nossas petições nunca são lidas com a atenção necessária. A maior prova disso será demonstrada agora, pois se somos tratados como pamonhas, nada mais justo do que trazer aos autos a receita desta tão famosa iguaria. Rale as espigas ou corte-as rente ao sabugo e passe no liquidificador”, diz um trecho da petição do advogado que não quis se identificar.

Leia a íntegra do que foi escrito na petição:

“Senhores julgadores, espero que entendam o que faço nestas pequenas linhas, e que não seja punido por tal ato de rebeldia, mas há tempos os advogados vem sendo desrespeitados pelos magistrados, que sequer se dão ao trabalho de analisar os pleitos que apresentamos. Nossas petições nunca são lidas com a atenção necessária.


A maior prova disso, será demonstrada agora, pois se somos tradados como pamonhas, nada mais justo do que trazer aos autos a receita desta tão famosa iguaria.

Rale as espigas ou corte-as rente ao sabugo e passe no liquidificador, juntamente com a água, acrescente o coco, o açúcar e mexa bem, coloque a massa na palha de milho e amarre bem, em uma panela grande ferva bem a água, e vá colocando as pamonhas uma a uma após a fervura completa da água, Importante a água deve estar realmente fervendo para receber as pamonhas, caso contrário elas vão se desfazer. Cozinhe por mais ou menos 40 minutos, retirando as pamonhas com o auxílio de uma escumadeira.”

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Comentários

  1. Que maravilha, isso é tão verdade, que já assisti um áudio em que o magistrado discursava para uma turma de formandos para cargos na magistratura, era o padrinho, mesmo a com cerimônia que o momento merecia, ele tomou aquela "cachaça" e lascou o verbo para fazer rir e chorar. Vídeo longo, histórias longas de juízes que tem pilhas e pilhas de processo, depois ficam sabendo que o "doutor" revisou alguns milhares de processo num período pequeno. Vale a pena pesquisar sobre esta solenidade e ouvir a fala do mestre.

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  2. E eu que sou nortista, mas não moro mais na minha terra, já nem me lembrava mais de como se faz pamonha! Obrigada Dr. Advogado! Vou copiá-la! Valeu mesmo!

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