Com Dilma, PIB de 3% era crise; Agora Folha, Globo e Estadão comemoram 0,1% com Temer


Os jornais brasileiros, que apoiaram o golpe de 2016, perderam qualquer pudor. Em suas edições deste sábado, Folha, Globo e Estado celebram a mediocridade do Brasil pós-golpe, que pode ser resumido na taxa de crescimento de 0,1% no primeiro trimestre deste ano.


Embora a economia brasileira tenha ficado estagnada, os jornais soltaram rojões.

No Globo, o pibinho de Michel Temer e Henrique Meirelles foi visto como recuperação consistente.

No Estado, ainda que os resultados tenham sido apontados como tímidos, destaque para o "mercado animado".

Na Folha, realce para o PIB positivo no ano.

Essa postura editorial reflete apenas a incapacidade da mídia brasileira de reconhecer um de seus maiores erros históricos, que foi sabotar o governo da presidente Dilma Rousseff e criar as condições para uma quebra do pacto democrático, que tornou a economia brasileira muito mais frágil do que antes.

Comentários

  1. Mas é fácil deduzir: Mordaça de papel moeda.
    As verbas de publicidade que sustentam os meios de comunicação sendo os meios radialísticos e televisivos públicos, mantidos por verbas públicas.
    Dependendo dos meios jornalísticos o país acaba de afundar e o que impede a cegueira geral é a internet.
    O Jornal Globo e o Jornal o Estado de São Paulo, famílias oligarcas Marinho e Mesquita, imorais e inimigas do país e do povo brasileiro, tiveram participação direta no suicídio, ou talvez assassinato, de Getúlio Vargas. São tradições estrumes morais e éticos.

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  2. A mídia desse país está podre. Viveríamos muito melhor sem ela. Temos as redes sociais, não precisamos desses canalhas fascistas apoiando um governo bandido que larga o dinheiro público para esses canalhas de TV e mídia escrita.

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    1. Está podre não , sempre foi podre , a diferença que hoje temos internet e "livre informação" , (Ainda)

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