Temer diz que baixa popularidade é porque as pessoas “têm vergonha” de dizer que o aprovam

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Do Poder360: O presidente Michel Temer afirmou em café da manhã nesta 6ª feira (22.dez.2017) que sua popularidade é baixa, porque a população tem vergonha de dizer que aprova o governo, mesmo concordando com o que faz o Palácio do Planalto.


Temer disse que encomendou uma pesquisa em caráter particular que mostra 1 certo ‘pudor’ dos eleitores em aprovar o governo. Isso, de acordo com o presidente, “é fruto da irresponsabilidade de setores privados e de uma figura do setor público”, afirmou, fazendo referência ao ex-procurador da República Rodrigo Janot.

“Essa questão da corrupção prejudicou muito o governo. E prejudica muito a popularidade. Uma pesquisa que eu pedi em particular revela que as pessoas têm vergonha de dizer, embora na verdade aprovem o governo e o que o governo está fazendo, elas tem um certo pudor. ‘Poxa, um governo corrupto, a classe política, etc”. Cai a popularidade, não tenha dúvida”, declarou o presidente.

O presidente brincou com a baixa popularidade. Disse que subiu 100% de acordo com as última pesquisas. “Foi de 3% para 6%”, afirmou.

Temer evitou falar em candidatura. Sentado à mesa ao lado do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, virtual postulante ao Planalto, o peemedebista afirmou que é “candidato a fazer 1 bom governo, nada mais do que isso”.


Para Temer, os candidatos terão de dizer à população o que vão fazer com as reformas se assumirem o Planalto e que as urnas favorecerão 1 político de resultados.

“Quando se fala em política de resultados, o que as pessoas querem é alguém moderado, alguém que saiba compor as várias correntes políticas do país”, afirmou

O presidente disse que, em razão do veto ao financiamento privado de campanhas, o horário de televisão terá 1 papel importante no pleito.

“O povo vai olhar e dizer, eu acredito neste. Eu acho que os que se extremarem eu tenho a impressão que terão dificuldade. Eu, naturalmente, até por estilo, preferia que fosse alguém comprometido com essa política de resultados”, disse.

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