Petrobrás ficará só com 10% do pré-sal, o resto será dos gringos


O amigo navegante conhece a tese do professor Gilberto Bercovici: não passa de receptação dolosa o que o Pedro Malan Parente tem feito na Petrobrax.


E, segundo Bercovici, vai ser tudo reestatizado.

Quando a canoa virar e o Parente entrar na primeira fila do paredón do C Af.

Malan Parente acaba de fazer o jogo dos abutres da Bolsa de Nova York.

Nessa segunda-feira, 15/I, ele, súcubo, faz com a francesa Total uma “aliança estratégica” – como a já concluída, segundo colonista da Globo Overseas, da Embraer com a Boeing.


Parente consegue se contentar com 10% de um campo do pré-sal!


Petrobras e Total informam que finalizaram um marco importante na realização de sua Aliança Estratégica, anunciada em 01/03/2017, com a conclusão das seguintes transações:

– Cessão de direitos de 35% da Petrobras para a Total, assim como a operação, do campo de Lapa no bloco BM-S-9A, no pré-sal da Bacia de Santos. A nova composição do consórcio passa a ser: Total como operadora (35%), Shell (30%), Repsol-Sinopec (25%) e Petrobras (10%). O campo de Lapa iniciou produção em dezembro de 2016, por meio do FPSO Cidade de Caraguatatuba, com capacidade de 100 mil barris por dia.

– Cessão de direitos de 22,5% da Petrobras para a Total da área de Iara, que contém os campos de Sururu, Berbigão e Oeste de Atapu, no bloco BM-S-11A, no pré-sal da Bacia de Santos. A nova composição do consórcio passa a ser: Petrobras como operadora (42,5%), Shell (25%), Total (22,5%) e Petrogal (10%). A produção em Iara está prevista para iniciar em 2018 nos campos de Berbigão-Sururu, por meio do FPSO P-68, com capacidade de 150 mil barris por dia, seguido de um segundo FPSO, em 2019, no campo de Atapu. (…)

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