FAKE NEWS DA DIREITA: Ciro Gomes não é o sardinha da Odebrecht


Na verdade, como todos sabem, exceto aqueles que preferem ficar propagando mentiras nas redes sociais, "sardinha" na verdade era o codinome da propina dada ao atual ministro da casa civil Eliseu Padilha pela construtora Odebrecht.


Ciro Gomes nunca teve seu nome citado em delação alguma.

Segue abaixo a matéria na íntegra.

Do O Globo: A Procuradoria-Geral da República (PGR) conseguiu recuperar dados contidos no sistema Drousys da Odebrecht e elaborou relatórios nos quais diz haver provas de repasses de propina de R$ 13,3 milhões — em dinheiro vivo — aos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco. Os dois são amigos íntimos e principais ministros do presidente Michel Temer. Os três despacham no Palácio do Planalto. Padilha, nos dados que estavam no Drousys, é “Fodão”, “Primo” e “Bicuira”. Moreira é o “Angorá”.


Os relatórios elaborados pela Secretaria de Pesquisa e Análise da PGR, na gestão de Rodrigo Janot, serviram para comprovação do que foi dito pelos delatores da Odebrecht. A perícia dos dados extraídos corroborou o que os executivos disseram nos depoimentos, como informam relatórios concluídos entre maio e o último dia 8.

O Drousys era um sistema paralelo de registro de informações utilizado pelo setor de propina da empreiteira. Um modo de garantir segurança à informação. Os dados inseridos em um terminal no Brasil eram registrados em um ambiente virtual hospedado na Suécia. Duas levas de HDs, com muitos terabytes de material, foram entregues à PGR. A gestão de Janot finalizou a perícia da primeira leva, de onde saíram as alegadas comprovações de entrega de dinheiro a Padilha e Moreira. A segunda leva ficou para análise pela gestão de Raquel Dodge.

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