DESESPERO! Globo não consegue esconder sucesso da caravana Lula no RS


Rio Grande do Sul 247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou o segundo dia da caravana no Rio Grande do Sul com um discurso contundente em Santa Maria. 


Ao lado da presidente legítima e deposta Dilma Rousseff, da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, do líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta, além de deputados e líderes petistas, Lula defendeu o direito de disputar a presidência e elencou uma série de razões pelas quais a direita quer inabilitá-lo. 

"Essa gente derrubou a Dilma e não quer que eu volte. Eles não querem porque nos nossos governos o salário mínimo aumentou e tivemos a coragem de criar o piso salarial dos professores. Eles não querem que a gente volte porque criamos o ProUni, o Fies e colocamos o filho do pobre na universidade. Eles não querem que a gente volte porque nós conseguimos aprovar as cotas para que negros e negras pudessem entrar na universidade", disse Lula.


Lula criticou a política entreguista de Michel Temer. "Eles querem acabar com o Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica e com a Petrobras", disse Lula. "Não vamos se enganar com esses granfino que fazem passeata com bandeira do Brasil e depois vão para Miami gastar o dinheiro", acrescentou. 

"Se juntar todos os meus acusadores, aqui do Rio Grande do Sul, os três que me julgaram, o Moro, o Ministério Público da Lava Jato e a Polícia Federal numa blitz e espremer, o que sobrar não tem 10% da honestidade que eu tenho neste País".

Ameaça contra caravana

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), afirmou em coletiva de imprensa que acaba de ser dada em Santa Maria (RS), durante viagem de Lula no Rio Grande do Sul, que a caravana "está sendo ameaçada" depois que "bombas e fogos de artifícios" foram encontrados em uma caminhonete que seguia o ônibus do ex-presidente. 


Gleisi ressaltou também que a segurança de dois ex-presidentes da República, incluindo Dilma Rousseff, é responsabilidade da segurança do Estado. "Esta situação é gravíssima. Queremos providências", afirmou (leia mais).

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