A MÁSCARA CAIU! Nassif aponta ação de Barroso em favor do Itaú


“Começa a ficar mais clara a intenção do Ministro Gilmar Mendes quando, no bate-boca com o colega Luis Roberto Barroso, acusou-o de beneficiar seu antigo escritório de advocacia. 


Barroso era titular do escritório Luis Roberto Barroso & Associados. Quando assumiu o STF (Supremo Tribunal Federal) em 2013, o sucessor do escritório foi Barroso, Fontelles, Barcellos, Mendonça & Associados, do seu sobrinho Rafael Barroso Fontelles”, escreve o jornalista Luis Nassif em artigo no GGN.

Ele traz um passo a passo de ações que foram apresentadas pelo banco no Supremo e demonstra como o gabinete do ministro acabou decidindo a favor da instituição financeira, mesmo que o escritório agora de seu sobrinho o tenha como cliente. Barroso argumentou que uma das decisões foi tomada pela área técnica de seu gabinete sem que ele soubesse. Nassif contesta: “Não há a menor condição de uma sentença questionando uma Emenda Constitucional tenha saído da área técnica do gabinete de um Ministro do Supremo”.


O jornalista lembra ainda o caso nebuloso em que Barroso recebeu o pagamento de R$ 46,9 mil do Tribunal de Contas de Rondônia por uma palestra de uma hora de duração. O ministro negou que fosse esse o valor, mas Nassif refresca a memória do magistrado: uma mesma palestra foi concedida no ano anterior, “sendo intermediado pela mesma empresa contratante e pago o mesmo cachê de R$ 46,8 mil”.

Comentários

  1. Eu desconfio que juízes estão se aproveitando da "operação lava jato" , para fazer acordos espúrios com os acusados , no intento de dividir parte do dinheiro desviado ou recebido de propina, e assim soltar os mesmos (acusados) . Talvez por isso , a maioria dos acusados saiam ilesos dos processos !!!

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